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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Entrevista do Rafinha Bastos à IG em 2008

A entrevista é antiga mas postei aqui por que o blog é meu as respotas são muito engraçadas, vale a pena ;)

O antigo “brutamontes do caixa 7” – apelido não muito doce que Rafinha Bastos carregava em seu antigo emprego em um supermercado -, virou ídolo dos homens, fãs de suas piadas politicamente incorretas, no programa que apresenta na Band, o CQC.

E entre as mulheres o sucesso também é grande: que admiram seu trabalho, claro, mas que não podem ver o ator de terno que querem arrancar as vestes (dele e delas mesmas).

Antes da TV, sua fama já corria a internet, ferramenta que ele soube usar muito bem para disseminar seu estilo de humor mal-humorado, com vídeos caseiros. Agora, aos 31 anos, Rafinha Bastos acaba de gravar seu primeiro DVD.

iG: Como você chegou ao humor?

Rafinha Bastos: Quando eu era criança meu sonho era ser astronauta... Viver no mundo da lua. Aí eu descobri que existia um atalho para este objetivo: a maconha... Então eu perdi o interesse pela profissão. Sempre quis fazer jornalismo ou comédia. Hoje eu consigo fazer jornalismo+comédia. Estou onde eu queria.

iG: Você está vivendo um excelente momento na sua carreira. É o melhor deles?

Rafinha Bastos: Tenho saúde, uma família linda, excelentes amigos, um tênis novo, um pudim de leite no freezer, a playboy da Xuxa de 1982 e um pênis que às vezes funciona. A carreira é um detalhe.

iG: Você tem ídolos ou heróis? Alguém em quem se inspirou? Quem e por que?

Rafinha Bastos: Herói? Rosinaldo, o zelador do meu prédio. Em 26 minutos ele consertou meu chuveiro, meu fogão e minha bicicleta.

iG: Como seria o “top five” do pior da TV brasileira?

Rafinha Bastos: Teria a Palmirinha, o Ronnie Vonn, o Amaury Júnior, o Cléber Machado e aquele anão vestido de criança: a Maísa.

iG: Como seria o céu, se é que você acha que ele existe? E que música tocaria lá?

Rafinha Bastos: No céu todas as pessoas estarão nuas... Menos as feias. Não sei que música vai tocar lá, mas tenho certeza que não será pagode, afinal de contas, é a trilha sonora do inferno.

iG: Quais seriam suas últimas palavras?

Rafinha Bastos: Galera... fui.

iG: Você gosta de jogar futebol?

Rafinha Bastos: Sempre gostei de jogar futebol no ataque, mas meus amigos dizem que eu jogo melhor de trave.

iG: Você prefere as mulheres que tomam a iniciativa? Quais características a mulher ideal para você tem que ter?

Rafinha Bastos: Tenho dois metros, 110 quilos e sou desastrado. Uma mulher frágil inevitavelmente eu acabaria quebrando. Para me interessar é simples: basta não ter gogó.

iG: Sem modéstia, as mulheres caem matando em cima de você, certo? Sempre foi assim ou é algo novo?

Rafinha Bastos: Isso é uma cantada? Saiba que todo Zé-meia-boca que aparece na TV é símbolo sexual. Basta ver o meu exemplo, quando eu trabalhava em um supermercado de Porto Alegre, me chamavam de "o brutamontes do caixa 7"... Hoje eu sou bonito!

iG: Falando de sexo, o que já fez de mais ousado?

Rafinha Bastos: Transei com 3 mulheres......... ao longo da vida. Os vários pontinhos são vitais para a piada.

fonte: IG

1 comentários:

luci 20 de maio de 2011 às 11:11  

Rafinha, gostei muuuiiiito , do que voce disse sobre BRUNO MAZZEO, em entrevista a ISTO E de 22 de outubro de 2008, voce é muito inteligente , coisa que BRUNO não é , e o pior é a limitação intelectualaliada ao precconceito desse rapaz que se diz artista, assisti a uma entrevista dessa cidadáo MAZZEO a SERGINHO GROSSMAN em altas Horas , que me causou arrepios , como BRUNINHO é Preconceituoso e limítrofe!

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